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Doutor, Labirintite tem cura?

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Labirintite é uma desordem do equilíbrio do corpo humano. Deve-se salientar que o termo “labirintite” é utilizado de forma equivocada para designar todas as doenças do labirinto, o correto é chamá-las de Labirintopatias.

A tontura é um sintoma, não uma doença. Pode ser definida como uma sensação subjetiva de instabilidade, desequilíbrio, sensação de flutuação; vertigem é uma severa sensação de rotação.

A tontura surge por perturbações no sistema de equilíbrio, que funciona com informações que vêm do labirinto, localizado dentro do ouvido e também com informações da visão e de sensores que estão nos músculos e articulações (que nos dão a noção de nosso corpo no espaço).

 

Quais os sintomas mais comuns nas Labirintopatias?

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Quais as causas mais comuns das Labirintopatias?

 

Como se investiga a causa da Labirintopatia?

Às vezes tonturas e vertigens podem significar o primeiro sinal de alguma outra doença importante. As características das tonturas variam conforme a localização da lesão.

O otorrinolaringologista, através do exame clínico e do exame otoneurológico (exames da audição e do labirinto), por vezes exames de imagem (tomografia, ressonância) e exames de sangue, dispõe de condições para definir a localização e causas da labirintopatia.

 

Como é feito o tratamento da tontura?

Diferente do que se diz por aí, de que “labirintite” não tem cura, isso não é verdade. Há tratamento e o principal objetivo é descobrir a verdadeira causa da doença, e não somente tratar o sintoma, ou seja, a tontura.

O tratamento pode ser divido em três fases: tratamento dos sintomas (que é feito durante a investigação diagnóstica), tratamento da causa e reabilitação do labirinto (tratamento fisioterápico da tontura: reabilitação vestibular e algumas manobras específicas).

 

Vejamos alguns exemplos:

As pessoas que têm distúrbio do labirinto devem evitar atividades de risco, principalmente natação ou a condução de automóveis, enquanto seu quadro não estiver totalmente corrigido.

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Tem alguma dúvida?

Entre em contato com o Dr. Alexandre César e tire suas dúvidas com um otorrinolaringologista especialista pela SBCCP.

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